Categories: ECO na mídia

A região registra um crescimento anual de 25% nos incidentes de cibersegurança. As empresas estão preparadas para responder?

A recente matéria publicada pelo Diario Perfil reacendeu o alerta: a América Latina consolidou-se como uma das regiões mais vulneráveis do mundo diante da crescente onda de ciberataques. Entre 2023 e 2024, estima-se que os incidentes aumentaram 25% em relação ao ano anterior, impactando setores críticos como bancos, varejo, saúde e administração pública.

A transformação digital acelerada e a adoção massiva de infraestruturas híbridas e multicloud criaram não apenas novas oportunidades de negócio, mas também um risco maior de exposição a ataques cada vez mais sofisticados. De ransomware e phishing a invasões silenciosas que permanecem meses sem serem detectadas, o cenário de ameaças evolui rapidamente.

Nesse contexto, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica para se tornar um fator estratégico de competitividade e confiança.

“Na Ecosistemas Global, acompanhamos as organizações em todo o ciclo de maturidade da segurança digital, desde o diagnóstico até a implementação de políticas Zero Trust, autenticação multifatorial e automação da resposta a incidentes”, explica Víctor Belaunde, Gerente de Operações da empresa.

A abordagem Zero Trust: do perímetro à identidade

Uma das tendências mais relevantes em cibersegurança é a adoção de arquiteturas Zero Trust. Diferente do modelo tradicional — em que tudo que estava “dentro” da rede era confiável — o Zero Trust parte de um princípio simples: nunca confie, sempre verifique.

Assim, cada solicitação de acesso — seja de um colaborador remoto, de um dispositivo móvel ou de um aplicativo — é avaliada em tempo real. Essa filosofia, aliada a controles de segmentação de dados, monitoramento automatizado e políticas robustas de autenticação, permite conter ataques antes que eles se espalhem.

Segundo dados internos da Ecosistemas Global, a adoção dessas estratégias pode:

  • Reduzir em mais de 80% o tempo de resposta a incidentes.
  • Minimizar o risco de vazamentos em ambientes híbridos.
  • Melhorar a capacidade de conformidade em setores regulados.

América Latina: ameaças globais, resposta local

Como destaca o artigo do Perfil, a região enfrenta desafios específicos:

  • Baixos índices de investimento em cibersegurança em comparação com economias mais maduras.
  • Falta de treinamento e cultura de segurança entre parte dos colaboradores.
  • Regulamentações que avançam mais lentamente do que a inovação dos cibercriminosos.

Por isso, o segredo está em combinar tecnologia de ponta com conhecimento local e capacitação constante. Na Ecosistemas Global, trabalhamos com empresas na Argentina, Brasil, Chile, México, Espanha e Estados Unidos, integrando:

  • Plataformas de segurança gerenciada
  • Simulados de resposta e treinamentos internos
  • Ferramentas de análise preditiva que identificam padrões de ataque

A cibersegurança como diferencial competitivo

O crescimento contínuo dos ataques não é um problema que desaparecerá. Mas representa uma oportunidade: empresas que priorizam a segurança digital fortalecem sua marca, conquistam a confiança de clientes e parceiros e garantem a continuidade dos negócios.

Se a sua organização ainda não possui um plano abrangente de cibersegurança, este é o momento de agir.

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A região registra um crescimento anual de 25% nos incidentes de cibersegurança. As empresas estão preparadas para responder?

A recente matéria publicada pelo Diario Perfil reacendeu o alerta: a América Latina consolidou-se como uma das regiões mais vulneráveis do mundo diante da crescente onda de ciberataques. Entre 2023 e 2024, estima-se que os incidentes aumentaram 25% em relação ao ano anterior, impactando setores críticos como bancos, varejo, saúde e administração pública.

A transformação digital acelerada e a adoção massiva de infraestruturas híbridas e multicloud criaram não apenas novas oportunidades de negócio, mas também um risco maior de exposição a ataques cada vez mais sofisticados. De ransomware e phishing a invasões silenciosas que permanecem meses sem serem detectadas, o cenário de ameaças evolui rapidamente.

Nesse contexto, a cibersegurança deixou de ser apenas uma questão técnica para se tornar um fator estratégico de competitividade e confiança.

“Na Ecosistemas Global, acompanhamos as organizações em todo o ciclo de maturidade da segurança digital, desde o diagnóstico até a implementação de políticas Zero Trust, autenticação multifatorial e automação da resposta a incidentes”, explica Víctor Belaunde, Gerente de Operações da empresa.

A abordagem Zero Trust: do perímetro à identidade

Uma das tendências mais relevantes em cibersegurança é a adoção de arquiteturas Zero Trust. Diferente do modelo tradicional — em que tudo que estava “dentro” da rede era confiável — o Zero Trust parte de um princípio simples: nunca confie, sempre verifique.

Assim, cada solicitação de acesso — seja de um colaborador remoto, de um dispositivo móvel ou de um aplicativo — é avaliada em tempo real. Essa filosofia, aliada a controles de segmentação de dados, monitoramento automatizado e políticas robustas de autenticação, permite conter ataques antes que eles se espalhem.

Segundo dados internos da Ecosistemas Global, a adoção dessas estratégias pode:

  • Reduzir em mais de 80% o tempo de resposta a incidentes.
  • Minimizar o risco de vazamentos em ambientes híbridos.
  • Melhorar a capacidade de conformidade em setores regulados.

América Latina: ameaças globais, resposta local

Como destaca o artigo do Perfil, a região enfrenta desafios específicos:

  • Baixos índices de investimento em cibersegurança em comparação com economias mais maduras.
  • Falta de treinamento e cultura de segurança entre parte dos colaboradores.
  • Regulamentações que avançam mais lentamente do que a inovação dos cibercriminosos.

Por isso, o segredo está em combinar tecnologia de ponta com conhecimento local e capacitação constante. Na Ecosistemas Global, trabalhamos com empresas na Argentina, Brasil, Chile, México, Espanha e Estados Unidos, integrando:

  • Plataformas de segurança gerenciada
  • Simulados de resposta e treinamentos internos
  • Ferramentas de análise preditiva que identificam padrões de ataque

A cibersegurança como diferencial competitivo

O crescimento contínuo dos ataques não é um problema que desaparecerá. Mas representa uma oportunidade: empresas que priorizam a segurança digital fortalecem sua marca, conquistam a confiança de clientes e parceiros e garantem a continuidade dos negócios.

Se a sua organização ainda não possui um plano abrangente de cibersegurança, este é o momento de agir.

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