Categories: ECO na mídia

Publicado na edição impressa de El Mercurio (Chile) – Especial Cloud | Outubro de 2025

Na edição especial dedicada a tendências em cloud computing e backup inteligente, Víctor Belaunde, Gerente de Operações da Ecosistemas Global, compartilhou com o El Mercurio do Chile sua visão sobre como a Inteligência Artificial está transformando a forma como as empresas protegem e gerenciam dados críticos.

“A IA transformou radicalmente o conceito de backup. Não se trata mais apenas de armazenar dados, e sim de construir ecossistemas inteligentes, preditivos e autônomos que são pilares da resiliência e sustentabilidade do negócio”, afirmou Belaunde.

De backups reativos a ecossistemas preditivos

Segundo Belaunde, os algoritmos de machine learning atuam como sentinelas preditivas, antecipando falhas de hardware, detectando anomalias de segurança e garantindo proteção “just in time”. Essa evolução assegura não só a prevenção de incidentes, mas também a alta disponibilidade dos sistemas críticos.

Armazenamento inteligente e sustentável

Belaunde ressaltou que a IA se tornou o cérebro de uma infraestrutura mais eficiente. Automatiza compressão, classificação e migração de dados, reduzindo drasticamente o consumo energético e a pegada física dos data centers. Essa abordagem segue a lógica do Green IT, essencial para operações sustentáveis.

O futuro: hiperautomação e talentos preparados

Entre as tendências principais, Belaunde destacou a hiperautomação, o modelo Backup-as-a-Service (BaaS) e a convergência entre backup, segurança e conformidade normativa. Mas alertou que o maior desafio está nas pessoas:

“Precisamos capacitar os talentos para gerenciar esses ecossistemas inteligentes. Ter a tecnologia não basta: é preciso estar estrategicamente preparado.”

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Publicado na edição impressa de El Mercurio (Chile) – Especial Cloud | Outubro de 2025

Na edição especial dedicada a tendências em cloud computing e backup inteligente, Víctor Belaunde, Gerente de Operações da Ecosistemas Global, compartilhou com o El Mercurio do Chile sua visão sobre como a Inteligência Artificial está transformando a forma como as empresas protegem e gerenciam dados críticos.

“A IA transformou radicalmente o conceito de backup. Não se trata mais apenas de armazenar dados, e sim de construir ecossistemas inteligentes, preditivos e autônomos que são pilares da resiliência e sustentabilidade do negócio”, afirmou Belaunde.

De backups reativos a ecossistemas preditivos

Segundo Belaunde, os algoritmos de machine learning atuam como sentinelas preditivas, antecipando falhas de hardware, detectando anomalias de segurança e garantindo proteção “just in time”. Essa evolução assegura não só a prevenção de incidentes, mas também a alta disponibilidade dos sistemas críticos.

Armazenamento inteligente e sustentável

Belaunde ressaltou que a IA se tornou o cérebro de uma infraestrutura mais eficiente. Automatiza compressão, classificação e migração de dados, reduzindo drasticamente o consumo energético e a pegada física dos data centers. Essa abordagem segue a lógica do Green IT, essencial para operações sustentáveis.

O futuro: hiperautomação e talentos preparados

Entre as tendências principais, Belaunde destacou a hiperautomação, o modelo Backup-as-a-Service (BaaS) e a convergência entre backup, segurança e conformidade normativa. Mas alertou que o maior desafio está nas pessoas:

“Precisamos capacitar os talentos para gerenciar esses ecossistemas inteligentes. Ter a tecnologia não basta: é preciso estar estrategicamente preparado.”

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