Este artigo foi originalmente publicado no Diario Perfil, um dos principais veículos econômicos da Argentina.
Em um mundo onde a experiência digital define boa parte do relacionamento com o cliente, uma falha de software não é mais apenas um problema técnico: é um risco para a reputação e continuidade do negócio. Na Argentina, mais de 40% das empresas perdem entre 1 e 5 milhões de dólares por ano devido a falhas técnicas. Mas o verdadeiro impacto está na confiança do cliente, na imagem da marca e na sustentabilidade operacional.
Nesse contexto, o Quality Assurance (QA) se consolida como uma estratégia essencial para antecipar e evitar crises. Na Ecosistemas Global, QA deixou de ser um passo técnico final: é uma decisão de negócio com impacto direto na reputação.
“Hoje não se trata apenas de evitar falhas no sistema. É sobre proteger a experiência do usuário e, com isso, a reputação da empresa”, afirma Paola Aguirre, responsável pelos Serviços da Testing Factory.
“O mercado argentino precisa de confiança, e essa confiança é construída com qualidade. Nosso diferencial está em prever falhas antes que virem crises”, destaca Vanesa Orciuoli, Gerente Comercial.
“A combinação de boas práticas de QA, automação e equipes treinadas permite evitar interrupções, reduzir custos e proteger o ativo mais valioso: a marca”, completa Víctor Belaunde, Gerente de Operações.
Diagnóstico, Estratégia e Resultados Reais
A Ecosistemas Global recomenda iniciar com um diagnóstico de maturidade digital (discovery) para traçar uma estratégia ajustada à realidade tecnológica e organizacional de cada empresa.
Resultados recentes:
- Redução de 80% no tempo de testes, com automação desde fases iniciais.
- Ganhos em eficiência operacional e detecção precoce de erros.
- Uso de IA para gerar scripts de teste, com maior cobertura e menos falhas humanas.
- Formação de talentos locais com as Escolas de QA e IA, com padrões internacionais.
O que um CEO deve se perguntar hoje
- Como estamos gerenciando o risco tecnológico na empresa?
- Qual o nosso nível de maturidade em QA?
- Conseguimos detectar erros antes que impactem o cliente?
- Temos indicadores confiáveis sobre falhas e interrupções?
Essas questões não são apenas técnicas. São estratégicas.
As “dores” atuais do setor de TI na Argentina
| Categoria | Problema principal | Impacto nos negócios |
|---|---|---|
| Técnico | Mudanças sem testes completos | Falhas e interrupções de sistemas |
| Organizacional | Comunicação ineficaz entre áreas | Baixa eficiência e frustração interna |
| Econômico | Inflação e custos trabalhistas elevados | Margens reduzidas e pressão financeira |
| Talentos | Rotatividade e perda de profissionais | Perda de conhecimento e continuidade |
| Infraestrutura | Acesso limitado a tecnologia escalável | Barreiras à inovação |
| Estratégico | Falta de foco em segmentos de alto valor | Menor competitividade global |
Dados que reforçam o diagnóstico
- Mais de 70% das empresas lançam mudanças sem testes completos.
- 8 em cada 10 sofrem pelo menos uma interrupção crítica ao ano.
- A rotatividade no setor de TI chegou a 26% em 2024.
- O setor exportou US$ 641 milhões em um trimestre.
- Representa 2,2% do emprego formal privado do país.
O desafio atual não é apenas tecnológico. É reputacional, estratégico e humano. As empresas que entenderem isso sairão na frente em um cenário cada vez mais desafiador.
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Este artigo foi originalmente publicado no Diario Perfil, um dos principais veículos econômicos da Argentina.
Em um mundo onde a experiência digital define boa parte do relacionamento com o cliente, uma falha de software não é mais apenas um problema técnico: é um risco para a reputação e continuidade do negócio. Na Argentina, mais de 40% das empresas perdem entre 1 e 5 milhões de dólares por ano devido a falhas técnicas. Mas o verdadeiro impacto está na confiança do cliente, na imagem da marca e na sustentabilidade operacional.
Nesse contexto, o Quality Assurance (QA) se consolida como uma estratégia essencial para antecipar e evitar crises. Na Ecosistemas Global, QA deixou de ser um passo técnico final: é uma decisão de negócio com impacto direto na reputação.
“Hoje não se trata apenas de evitar falhas no sistema. É sobre proteger a experiência do usuário e, com isso, a reputação da empresa”, afirma Paola Aguirre, responsável pelos Serviços da Testing Factory.
“O mercado argentino precisa de confiança, e essa confiança é construída com qualidade. Nosso diferencial está em prever falhas antes que virem crises”, destaca Vanesa Orciuoli, Gerente Comercial.
“A combinação de boas práticas de QA, automação e equipes treinadas permite evitar interrupções, reduzir custos e proteger o ativo mais valioso: a marca”, completa Víctor Belaunde, Gerente de Operações.
Diagnóstico, Estratégia e Resultados Reais
A Ecosistemas Global recomenda iniciar com um diagnóstico de maturidade digital (discovery) para traçar uma estratégia ajustada à realidade tecnológica e organizacional de cada empresa.
Resultados recentes:
- Redução de 80% no tempo de testes, com automação desde fases iniciais.
- Ganhos em eficiência operacional e detecção precoce de erros.
- Uso de IA para gerar scripts de teste, com maior cobertura e menos falhas humanas.
- Formação de talentos locais com as Escolas de QA e IA, com padrões internacionais.
O que um CEO deve se perguntar hoje
- Como estamos gerenciando o risco tecnológico na empresa?
- Qual o nosso nível de maturidade em QA?
- Conseguimos detectar erros antes que impactem o cliente?
- Temos indicadores confiáveis sobre falhas e interrupções?
Essas questões não são apenas técnicas. São estratégicas.
As “dores” atuais do setor de TI na Argentina
| Categoria | Problema principal | Impacto nos negócios |
|---|---|---|
| Técnico | Mudanças sem testes completos | Falhas e interrupções de sistemas |
| Organizacional | Comunicação ineficaz entre áreas | Baixa eficiência e frustração interna |
| Econômico | Inflação e custos trabalhistas elevados | Margens reduzidas e pressão financeira |
| Talentos | Rotatividade e perda de profissionais | Perda de conhecimento e continuidade |
| Infraestrutura | Acesso limitado a tecnologia escalável | Barreiras à inovação |
| Estratégico | Falta de foco em segmentos de alto valor | Menor competitividade global |
Dados que reforçam o diagnóstico
- Mais de 70% das empresas lançam mudanças sem testes completos.
- 8 em cada 10 sofrem pelo menos uma interrupção crítica ao ano.
- A rotatividade no setor de TI chegou a 26% em 2024.
- O setor exportou US$ 641 milhões em um trimestre.
- Representa 2,2% do emprego formal privado do país.
O desafio atual não é apenas tecnológico. É reputacional, estratégico e humano. As empresas que entenderem isso sairão na frente em um cenário cada vez mais desafiador.