Transmitido pela Radio Imagen México | Outubro de 2025
No marco do Dia Mundial da Saúde Mental, a Radio Imagen apresentou uma edição especial do programa ¿Qué Tal Fernanda?, com a jornalista Fernanda Familiar, sobre os desafios crescentes da saúde emocional nas empresas de tecnologia. Participaram do programa Nora Taboada, fundadora da AFE – Liderança Consciente, e Sonia Durán, Gerente de Capital Humano da Ecosistemas Global.
Setor de tecnologia sob pressão
O México lidera o ranking global de estresse relacionado ao trabalho: 75% dos trabalhadores sofrem com isso, segundo o IMSS — à frente da China (73%) e dos Estados Unidos (59%). No setor de TIC, o cenário é ainda mais crítico. O trabalho remoto, a hiperconectividade e as metas exigentes desfocam os limites entre vida pessoal e profissional.
“As ferramentas que nos conectam com o mundo também podem nos desconectar de nós mesmos”, alertou Sonia Durán. “A cultura da urgência e a expectativa de estar sempre disponível criam uma panela de pressão que precisa de estratégias claras para não explodir.”
Da norma à ação: ambientes saudáveis começam pela empatia
O México avançou com normas como a NOM-035-STPS-2018, que exige a identificação de riscos psicossociais, e com a nova Tabela de Doenças Ocupacionais, que agora inclui estresse, ansiedade e depressão.
Mas Durán alerta: estar em conformidade é apenas o primeiro passo. “Ignorar a saúde mental gera custos reais, perda de talentos e queda na produtividade.”
Tecnologia com propósito humano
Na Ecosistemas Global, Sonia defende o uso da tecnologia para algo além da medição: agir com empatia.
“A prevenção não é um gasto—é um investimento estratégico. Empresas que priorizam a saúde mental reduzem até 40% a rotatividade de pessoal, diminuem o absenteísmo e constroem ambientes mais criativos e colaborativos.”
Liderança empática: o novo diferencial competitivo
Para Sonia Durán, saúde mental não é uma responsabilidade individual, e sim coletiva.
“Um líder que não sabe escutar pode ser tão tóxico quanto a sobrecarga de trabalho. Precisamos de lideranças com inteligência emocional, espaços de escuta real, políticas de desconexão digital e apoio psicológico efetivo”, conclui.
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Transmitido pela Radio Imagen México | Outubro de 2025
No marco do Dia Mundial da Saúde Mental, a Radio Imagen apresentou uma edição especial do programa ¿Qué Tal Fernanda?, com a jornalista Fernanda Familiar, sobre os desafios crescentes da saúde emocional nas empresas de tecnologia. Participaram do programa Nora Taboada, fundadora da AFE – Liderança Consciente, e Sonia Durán, Gerente de Capital Humano da Ecosistemas Global.
Setor de tecnologia sob pressão
O México lidera o ranking global de estresse relacionado ao trabalho: 75% dos trabalhadores sofrem com isso, segundo o IMSS — à frente da China (73%) e dos Estados Unidos (59%). No setor de TIC, o cenário é ainda mais crítico. O trabalho remoto, a hiperconectividade e as metas exigentes desfocam os limites entre vida pessoal e profissional.
“As ferramentas que nos conectam com o mundo também podem nos desconectar de nós mesmos”, alertou Sonia Durán. “A cultura da urgência e a expectativa de estar sempre disponível criam uma panela de pressão que precisa de estratégias claras para não explodir.”
Da norma à ação: ambientes saudáveis começam pela empatia
O México avançou com normas como a NOM-035-STPS-2018, que exige a identificação de riscos psicossociais, e com a nova Tabela de Doenças Ocupacionais, que agora inclui estresse, ansiedade e depressão.
Mas Durán alerta: estar em conformidade é apenas o primeiro passo. “Ignorar a saúde mental gera custos reais, perda de talentos e queda na produtividade.”
Tecnologia com propósito humano
Na Ecosistemas Global, Sonia defende o uso da tecnologia para algo além da medição: agir com empatia.
“A prevenção não é um gasto—é um investimento estratégico. Empresas que priorizam a saúde mental reduzem até 40% a rotatividade de pessoal, diminuem o absenteísmo e constroem ambientes mais criativos e colaborativos.”
Liderança empática: o novo diferencial competitivo
Para Sonia Durán, saúde mental não é uma responsabilidade individual, e sim coletiva.
“Um líder que não sabe escutar pode ser tão tóxico quanto a sobrecarga de trabalho. Precisamos de lideranças com inteligência emocional, espaços de escuta real, políticas de desconexão digital e apoio psicológico efetivo”, conclui.