Categories: Eventos ECO

A empresa participou dos encontros realizados entre os dias 4 e 6 de agosto, no Rio de Janeiro, onde apresentou sua visão sobre a evolução das organizações em direção a modelos agênticos. Governança, automação cognitiva, qualidade e retorno mensurável estiveram entre os principais temas da agenda.

A inteligência artificial está deixando de ser utilizada apenas em projetos experimentais para ocupar um papel cada vez mais relevante nos processos centrais das empresas. Essa foi uma das principais conclusões da participação da Ecosistemas Global no Intelligent Automation Summit e no AI Strategy Summit, realizados no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Durante os três dias de evento, a Ecosistemas Global contou com um espaço próprio para trocar experiências com executivos, especialistas, fornecedores e líderes de tecnologia interessados na aplicação empresarial da inteligência artificial e da automação.

A programação reuniu discussões sobre IA generativa, agentes inteligentes, hiperautomação, governança, segurança, qualidade de software e escalabilidade. Mais do que debater a adoção de novas ferramentas, o foco esteve em como levar essas tecnologias para ambientes produtivos de maneira controlada, segura e alinhada a resultados concretos para o negócio.

Da automação de tarefas à construção de operações inteligentes

Uma das principais transformações observadas durante os encontros foi a evolução de modelos de automação baseados em regras fixas para arquiteturas mais dinâmicas, capazes de interpretar objetivos, analisar diferentes contextos e executar ações dentro de limites previamente estabelecidos.

Esse modelo, conhecido como empresa agêntica, combina inteligência artificial, automação cognitiva, dados e sistemas integrados para coordenar processos com um nível maior de autonomia.

Seu valor não se limita à economia de tempo ou à redução de atividades manuais. Essas tecnologias também podem contribuir para aprimorar a tomada de decisões, aumentar a capacidade de resposta e construir operações mais adaptáveis diante de mudanças na demanda ou no contexto de negócio.

No entanto, avançar em direção a esse tipo de organização exige uma base tecnológica sólida. Qualidade dos dados, integração com sistemas corporativos, observabilidade e definição clara de objetivos são condições essenciais para evitar que as iniciativas permaneçam restritas a provas de conceito.

Governança: uma condição essencial para escalar a inteligência artificial

A governança foi outro tema central da programação. À medida que agentes inteligentes e modelos generativos passam a participar de processos mais sensíveis, as empresas precisam estabelecer como suas decisões serão supervisionadas, quais informações poderão ser utilizadas e em quais situações uma atividade deverá ser direcionada para uma pessoa.

Isso exige a adoção de mecanismos de rastreabilidade, segurança, monitoramento contínuo, gestão de acessos e conformidade regulatória. No Brasil, também é necessário considerar as obrigações previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD quando as soluções processam dados pessoais.

Governar a inteligência artificial não significa limitar sua capacidade de inovação. Significa estabelecer as condições necessárias para que ela possa crescer sem comprometer a segurança, a conformidade regulatória ou a continuidade das operações.

A visão da Ecosistemas Global sobre a empresa agêntica

Durante o AI Strategy Summit, Rodrigo Cabot, gerente de Desenvolvimento de Negócios, Alianças e Estratégia Tecnológica da Ecosistemas Global, apresentou a palestra “A Era da Empresa Agêntica: Automação Cognitiva e Governança de IA”.

Em sua apresentação, Cabot abordou a transição das automações tradicionais, estruturadas a partir de regras e sequências rígidas, para sistemas capazes de compreender objetivos, adaptar-se ao contexto e coordenar atividades mais complexas.

Ele também destacou o conceito de QA dual. Enquanto as aplicações convencionais exigem testes estruturados sobre funcionalidades e resultados esperados, os sistemas de inteligência artificial demandam avaliações específicas sobre precisão, consistência, vieses, segurança e comportamento probabilístico.

“O desafio já não está apenas em incorporar inteligência artificial, mas em desenvolver as capacidades necessárias para que ela opere de forma segura, mensurável e alinhada aos objetivos do negócio. Sem governança, qualidade e observabilidade, é muito difícil transformar uma prova de conceito em uma solução sustentável”, afirmou Cabot.

O que a Ecosistemas Global traz do Rio de Janeiro

A participação nos dois encontros permitiu identificar quatro condições fundamentais para avançar em direção a operações mais inteligentes:

  • Relacionar cada iniciativa de inteligência artificial a um desafio concreto do negócio.
  • Construir uma arquitetura de dados e integrações que permita levar as soluções para ambientes produtivos.
  • Incorporar governança, segurança e qualidade desde as etapas iniciais.
  • Mensurar os resultados por meio de indicadores de produtividade, eficiência, risco e experiência do usuário.

Esses eventos também representam uma oportunidade para fortalecer a presença da Ecosistemas Global no Brasil, trocar conhecimentos com especialistas do mercado e aplicar os aprendizados regionais em projetos de inteligência artificial, automação e transformação digital.

A evolução em direção a organizações mais autônomas não dependerá apenas da capacidade dos modelos utilizados. Ela será determinada pela forma como as empresas combinarem tecnologia, processos, pessoas e mecanismos de controle para transformar inovação em resultados confiáveis, mensuráveis e sustentáveis.

Conheça como a Ecosistemas Global apoia empresas no planejamento, na implementação e na avaliação de soluções de inteligência artificial e automação.

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A empresa participou dos encontros realizados entre os dias 4 e 6 de agosto, no Rio de Janeiro, onde apresentou sua visão sobre a evolução das organizações em direção a modelos agênticos. Governança, automação cognitiva, qualidade e retorno mensurável estiveram entre os principais temas da agenda.

A inteligência artificial está deixando de ser utilizada apenas em projetos experimentais para ocupar um papel cada vez mais relevante nos processos centrais das empresas. Essa foi uma das principais conclusões da participação da Ecosistemas Global no Intelligent Automation Summit e no AI Strategy Summit, realizados no Hotel Prodigy Santos Dumont, no Rio de Janeiro.

Durante os três dias de evento, a Ecosistemas Global contou com um espaço próprio para trocar experiências com executivos, especialistas, fornecedores e líderes de tecnologia interessados na aplicação empresarial da inteligência artificial e da automação.

A programação reuniu discussões sobre IA generativa, agentes inteligentes, hiperautomação, governança, segurança, qualidade de software e escalabilidade. Mais do que debater a adoção de novas ferramentas, o foco esteve em como levar essas tecnologias para ambientes produtivos de maneira controlada, segura e alinhada a resultados concretos para o negócio.

Da automação de tarefas à construção de operações inteligentes

Uma das principais transformações observadas durante os encontros foi a evolução de modelos de automação baseados em regras fixas para arquiteturas mais dinâmicas, capazes de interpretar objetivos, analisar diferentes contextos e executar ações dentro de limites previamente estabelecidos.

Esse modelo, conhecido como empresa agêntica, combina inteligência artificial, automação cognitiva, dados e sistemas integrados para coordenar processos com um nível maior de autonomia.

Seu valor não se limita à economia de tempo ou à redução de atividades manuais. Essas tecnologias também podem contribuir para aprimorar a tomada de decisões, aumentar a capacidade de resposta e construir operações mais adaptáveis diante de mudanças na demanda ou no contexto de negócio.

No entanto, avançar em direção a esse tipo de organização exige uma base tecnológica sólida. Qualidade dos dados, integração com sistemas corporativos, observabilidade e definição clara de objetivos são condições essenciais para evitar que as iniciativas permaneçam restritas a provas de conceito.

Governança: uma condição essencial para escalar a inteligência artificial

A governança foi outro tema central da programação. À medida que agentes inteligentes e modelos generativos passam a participar de processos mais sensíveis, as empresas precisam estabelecer como suas decisões serão supervisionadas, quais informações poderão ser utilizadas e em quais situações uma atividade deverá ser direcionada para uma pessoa.

Isso exige a adoção de mecanismos de rastreabilidade, segurança, monitoramento contínuo, gestão de acessos e conformidade regulatória. No Brasil, também é necessário considerar as obrigações previstas pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais — LGPD quando as soluções processam dados pessoais.

Governar a inteligência artificial não significa limitar sua capacidade de inovação. Significa estabelecer as condições necessárias para que ela possa crescer sem comprometer a segurança, a conformidade regulatória ou a continuidade das operações.

A visão da Ecosistemas Global sobre a empresa agêntica

Durante o AI Strategy Summit, Rodrigo Cabot, gerente de Desenvolvimento de Negócios, Alianças e Estratégia Tecnológica da Ecosistemas Global, apresentou a palestra “A Era da Empresa Agêntica: Automação Cognitiva e Governança de IA”.

Em sua apresentação, Cabot abordou a transição das automações tradicionais, estruturadas a partir de regras e sequências rígidas, para sistemas capazes de compreender objetivos, adaptar-se ao contexto e coordenar atividades mais complexas.

Ele também destacou o conceito de QA dual. Enquanto as aplicações convencionais exigem testes estruturados sobre funcionalidades e resultados esperados, os sistemas de inteligência artificial demandam avaliações específicas sobre precisão, consistência, vieses, segurança e comportamento probabilístico.

“O desafio já não está apenas em incorporar inteligência artificial, mas em desenvolver as capacidades necessárias para que ela opere de forma segura, mensurável e alinhada aos objetivos do negócio. Sem governança, qualidade e observabilidade, é muito difícil transformar uma prova de conceito em uma solução sustentável”, afirmou Cabot.

O que a Ecosistemas Global traz do Rio de Janeiro

A participação nos dois encontros permitiu identificar quatro condições fundamentais para avançar em direção a operações mais inteligentes:

  • Relacionar cada iniciativa de inteligência artificial a um desafio concreto do negócio.
  • Construir uma arquitetura de dados e integrações que permita levar as soluções para ambientes produtivos.
  • Incorporar governança, segurança e qualidade desde as etapas iniciais.
  • Mensurar os resultados por meio de indicadores de produtividade, eficiência, risco e experiência do usuário.

Esses eventos também representam uma oportunidade para fortalecer a presença da Ecosistemas Global no Brasil, trocar conhecimentos com especialistas do mercado e aplicar os aprendizados regionais em projetos de inteligência artificial, automação e transformação digital.

A evolução em direção a organizações mais autônomas não dependerá apenas da capacidade dos modelos utilizados. Ela será determinada pela forma como as empresas combinarem tecnologia, processos, pessoas e mecanismos de controle para transformar inovação em resultados confiáveis, mensuráveis e sustentáveis.

Conheça como a Ecosistemas Global apoia empresas no planejamento, na implementação e na avaliação de soluções de inteligência artificial e automação.

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